Coisas que você precisa saber na hora de importar um smartphone

  • 13/12/2018
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Coisas que você precisa saber na hora de importar um smartphone

Com o advento da globalização e a democratização do acesso á  internet, a compra de produtos importados se tornou fácil. Smatphones se tornou o sonho da maioria das pessoas. Muitos brasileiros que viajam aos Estados Unidos e outros países aproveitam a oportunidades para comprar um novo smartphone. O preço do telefone acaba se tornando um chamariz, mas é preciso levar em consideração outros fatores importantes. Por exemplo, se a garantia funciona no Brasil e se tem assistência técnica do produto importado em território nacional. Também é preciso checar se o telefone é desbloqueado para uso nas operadoras nacionais.

A garantia vale no Brasil?

Um fator que vale a pena ser avaliado é se a garantia do produto é aceita no Brasil. Na maioria dos casos, as fabricantes só reconhecem a garantia de aparelhos comprados em lojas do país. A Samsung, a LG e a Nokia, por exemplo, não costumam fornecer garantia internacional. Já a Apple oferece uma opção de 12 meses para produtos da empresa comprados em qualquer loja física ou online. O modelo, porém, deve estar homologado por aqui.

Entretanto, segundo com o Procon de São Paulo, a fabricante tem a obrigação de consertar um produto que apresente defeito, desde que a marca seja mundialmente conhecida. Isso porque o fornecedor nacional se beneficia dessa marca com publicidade e a credibilidade dela. Assim, ainda de acordo com o PROCON de São Paulo, “o fornecedor brasileiro, que representa a marca internacional, deverá reparar o produto adquirido no exterior, mesmo sem a garantia mundial, no prazo máximo de trinta dias corridos, contados a partir da data da reclamação.”

Caso o smartphone não tenha conserto, o consumidor tem direito à substituição por outro igual ou a devolução da quantia paga, sem prejuízo de eventuais perdas ou danos.

O aparelho tem opção de idioma em português?

Uma observação importante na hora de comprar um aparelho no exterior é verificar se ele possui opção de idioma em português. Se o usuário não for fluente em outro idioma popular, como inglês e espanhol, isso pode prejudicar o uso do smartphone. É possível instalar o idioma no celular novo, mas lembre-se que terá um trabalho a mais.

Vou pagar imposto ao entrar no Brasil?

Ao viajar e voltar com um novo aparelho, o usuário pode declarar o produto como item de uso pessoal e ficar isento de impostos. Para isso, o ideal é tirá-lo da caixa e trazê-lo na bagagem de mão. Se o consumidor ainda quiser trazer o antigo celular, ele pode ter dificuldade em explicar o porquê ele usa dois celulares.

Agora, se a intenção for comprar o aparelho na Internet, é preciso ter cuidado com as taxas de impostos via correios ou qualquer outro tipo de serviço de transportes aéreo. Um produto de até US$ 500, por exemplo, sofre uma taxação de 60% sobre o valor aduaneiro. Esse encargo é estabelecido pela Secretária da Receita Federal do Brasil (RFB). Se a compra for feita no cartão de crédito, que é o mais comum, também será taxado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), de 6,38%. Dessa forma, ao somar todos os impostos, o smartphone pode sair pelo mesmo preço que é vendido no Brasil.

Além das taxas cobradas pela Anatel para legalizar o celular no Brasil, que varia de pessoa jurídica para pessoa física. Independente da envia pelos correios ou transportado na bagagem.

Meu celular importado terá assistência técnica no Brasil?

O usuário também deve levar em consideração se o smartphone possui cobertura integral de assistência no Brasil. Quanto mais exclusivo o aparelho for no mercado internacional, mais difícil será de encontrar suporte para conserto no país. Além disso, peças para esses gadgets também podem ser raridade por aqui. Marcas como Xiaomi, Huawei e Oppo, costumam ser difíceis de conseguir assistência.

 4G de um celular importado funciona no Brasil?

Também é importante se informar se o 4G de um aparelho importado é compatível com a frequência adotada no Brasil. Apesar de a União Internacional de Telecomunicações estudar a possibilidade de unificar a produção de aparelhos para o 4G multifrequência, alguns smartphones operam em faixas diferentes da utilizada no país. Neste caso, o celular pode até funcionar normalmente com acesso ao Wi-Fi, mas não terá conectividade 4G.

No Brasil, a faixa de frequência adotada é entre 2,5 GHz e 2,69 GHz, a mesma empregada em países como Austrália, Nova Zelândia, México, Canadá, Chile, Colômbia e Costa Rica, além de algumas nações europeias. Já os Estados Unidos, país favorito pelos brasileiros para comprar o iPhone, a frequência utilizada é a de 700 MHz. Vale lembrar que o telefone da Apple possui tem conectividade multinacional em seus modelos mais recentes, e por isso funciona em território brasileiro.

Funciona normalmente com as operadoras brasileiras?

Quando um novo modelo de iPhone é lançado, muitos brasileiros aproveitam a sua viagem aos Estados Unidos para a aquisição da novidade. Porém, o que muitos não sabem é que ao comprar um smartphone em uma Apple Retail Store, o usuário deve solicitar o modelo full price (preço cheio, em tradução livre). Este tipo de iPhone é desbloqueado – não vem atrelado a contratos com operadoras norte-americanas e pode ser usado com as brasileiras. No entanto, custa mais caro.

Fonte.: www.techtudo.com.br

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